Câmera Record deste domingo mostra as confissões dos polêmicas ex-astros de "A Fazenda" | Cabine Cultural
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Câmera Record deste domingo mostra as confissões dos polêmicas ex-astros de “A Fazenda”

Roy, de A fazenda

Roy, de A Fazenda

As confissões dos peões mais polêmicos de “A Fazenda”, no Câmera Record deste domingo; Valesca Popozuda e ex-menudo Roy revelam que sofreram abuso sexual

“A Fazenda”, o principal reality show da Rede Record é tema do programa Câmera Record deste domingo, dia 17 de setembro, logo depois do Domingo Espetacular.

O programa vai mostrar os detalhes do sofrimento do ex-menudo Roy no auge da fama, o assédio a Valesca Popozuda em um ônibus, episódio parecido com o que chocou o Brasil há duas semanas e até o diagnóstico da doença que atormenta o cantor Thiago Servo.

Valesca
No subúrbio do Rio, Valesca Popozuda, então com sete anos de idade, sente um homem se esfregando nela em um ônibus. Sua mãe percebe e pede ajuda. A memória daquele dia voltou à tona recentemente, com a repercussão de um caso semelhante, que terminou com a polêmica soltura e posterior prisão do agressor na avenida Paulista, em São Paulo.  “Eu tava assim parada, quietinha e o cara ficou assim atrás de mim. Minha mãe percebeu. Aí, começaram a dar porrada nele e ele desceu. Depois disso, toda vez que entrei no ônibus e tava cheio, minha mãe ficava atrás para me proteger.”

Roy
Roy Rosselo, o garoto porto-riquenho idolatrado como Menudo nos anos 1980, está frente a frente com seu passado. “Eu estava rodeado de pessoas do mal”, relembra o cantor, ao lado do gramado do Estádio do Morumbi, onde já foi aplaudido por 150 mil pessoas. “Era bem triste toda a humilhação que eu tive de passar“.

Thiago
O cantor Thiago Servo conta ao programa que sua vida mudou após o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDHA). Em tratamento e tomando remédios, ele quer se livrar da fama de que não cumpre compromissos.  “A coisa que eu mais amo na minha vida é música. Se eu for irresponsável, se eu não for a um show, se eu sacanear, eu não vou estar fazendo mal só para o contratante. Eu vou jogar minha carreira (fora), detonar. E aí eu vou morrer, porque, se não tiver música na minha vida, se eu não voltar para os palcos – pra mim não importa se for num palquinho ou palcão – mas é uma coisa de alma mesmo“.

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