Crítica: vale a pena assistir a ação “O Assassino: O Primeiro Alvo”?
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Crítica: vale a pena assistir a ação “O Assassino: O Primeiro Alvo”?

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O Assassino: O Primeiro Alvo

O Assassino: O Primeiro Alvo

“Na trama, Mitch Rapp (O’Brien) é um recruta da CIA que perde sua namorada num ataque terrorista”

Por NoSet

Se existe um gênero que o cinema tem apostado esse ano é o de ação. Após ótimas obras como John Wick – Um Novo Dia Para Matar, Logan, Velozes e Furiosos 8 e o recente Atômica, este final de mês adiciona mais um pra lista de “modern action movies”: O Assassino: O Primeiro Alvo. Trata-se do novo longa de ação cujo tema envolve, pra variar, o campo da espionagem. Aliás, que os agentes secretos existem no mundo real, disso todos sabemos. Afinal, partindo de 007 até Jason Bourne, temos nos acostumado com aqueles filmes de espiões (sejam eles mais pesados ou não), pois dependendo do caso, a trama é muito bem elaborada; sem contar o elenco escalado para viver estes “super-heróis da CIA” propriamente ditos, o que também pode lhe ajudar a dar credibilidade.

No entanto, claro que é preciso saber o que é mito e o que é realidade no mundo da espionagem, uma vez que ano após ano, pelo menos 1 ou mais projetos que envolvem tais assassinos bem treinados são lançados nas telas para o povo se deliciar. Eis que este, estrelado por Dylan O’Brien, Michael Keaton e Taylor Kitsch, se faz a seguinte pergunta: “será que como um típico filme de ação genérica, hei de me igualar às películas semelhantes ou terei superado o nível de tais feitos?”. Então, continue comigo e, como missão (se você assim aceitar), te desejo uma boa leitura a partir daqui!…


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