Crítica: também na Netflix, "The Good Place" é comédia inteligente | Cabine Cultural
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Crítica: também na Netflix, “The Good Place” é comédia inteligente

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The Good Place

The Good Place

“Eleanor Shellstrop (Kristen Bell) está morta. Acontece que, após sua partida, ela foi enviada ao “Good Place – ou “Bom Lugar” -, um lugar de eterna felicidade destinado às pessoas que fizeram o bem durante suas vidas”

Por NoSet

Michael, um arquiteto divino, cria uma vizinhança, um lugar para morar após a morte. Um local chamado “Lugar Bom” para onde apenas as pessoas extraordinárias vão. Ao chegar no Lugar Bom, todas as pessoas são recebidas por ele e apresentadas à vizinhança onde vão morar. Cada um tem uma casa e uma alma gêmea, com a qual passarão a eternidade.

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A série é marcada por um humor irônico, onde os personagens vivem se questionando e se aborrecendo com algumas situações. As lojas de Frozen Iogurte são comuns por lá, já que o arquiteto dessa vizinhança adora a guloseima. Existem milhares de sabores, cada um com uma característica diferente, geralmente o sabor de fatos adoráveis da vida de uma pessoa.

Todas as pessoas nesse lugar são naturalmente boas, mas Eleanor percebe algo errado. Ela foi muito má durante a vida, maltratou as pessoas, o meio ambiente, enganou velhinhos para vender produtos que não funcionavam. Ela percebe que deve ter havido algum engano mas não quer ir para o “Lugar Ruim”. Com a ajuda de sua Alma Gêmea, Chidi Anagonye, ela faz de tudo para que os outros não percebam que ela está no lugar errado. E também ele começa a dar aulas de ética e moral para…Continua a leitura



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