Crítica: Temperatura Máxima deste domingo exibe “Transformers – A Era da Extinção”. Bom ou ruim?
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Crítica: Temperatura Máxima deste domingo exibe “Transformers – A Era da Extinção”. Bom ou ruim?

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Transformers – A Era da Extinção

Transformers – A Era da Extinção

Filme foi um dos maiores sucessos de bilheteria das últimas décadas; neste domingo, dia 8 de outubro, depois do programa “A Cara do Pai”

Neste domingo, dia 8 de outubro, a sessão Temperatura Máxima vai exibir um dos filmes mais bem sucedidos dos últimos tempos. Sucesso entre os fãs, execrado pela crítica, o hit “Transformers – A Era da Extinção” pode ser tudo, menos um filme que passa indiferença. Quem assiste ou ama ou odeia. Não há meio termo.

O filme começa logo após o programa “A Cara do Pai”.

A história
Alguns anos após o grande confronto entre Autobots e Decepticons em Chicago, os gigantescos robôs alienígenas desapareceram. Eles são atualmente caçados pelos humanos, que não desejam passar por apuros novamente. Quando Cade encontra um caminhão abandonado, ele jamais poderia imaginar que o veículo é, na verdade, Optimus Prime, o líder dos Autobots. Muito menos que, ao ajudar a trazê-lo de volta à vida, Cade e sua filha, Tessa, entrariam na mira das autoridades americanas.

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Falando um pouco do filme: a história de Transformers – A Era da Extinção, é passada depois dos acontecimentos da Batalha de Chicago (de O Lado Oculto da Lua), flashbacks logo na primeira parte que relembram os eventos do filme anterior. Temos como personagens principais Cade Yeager (interpretado pelo astro hollywoodiano Mark Wahlberg), um mecânico com problemas financeiros que busca alguma importante descoberta através de seus experimentos de robótica. Ele também luta para criar sua filha Tessa, 17 anos, interpretado pela bela Nicola Peltz (de Bates Motel), e que tem no seu namorado Shane (Jack Reynor) o elemento que completa o trio de personagens principais. A história começa pra valer quando há o encontro, por acaso, de Cade com Optimus Prime, o mais carismático dos Autobots. A partir daí vemos tramas, subtramas, reviravoltas, a introdução dos Dinobots (grande novidade do quarto filme) e centenas de explosões.

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Transformers – A Era da Extinção representa muito bem esta lógica. Diverte e complementa a experiência de ir ao shopping, sair com os amigos… o que não podemos é – por conta desta excitação momentânea – ver qualidades que o filme não possui, ou defendê-lo de críticas com o argumento simplista de que o crítico é um mal amado. O filme não precisa disto, afinal, Michael Bay não está nem ai para nada disso. Está milionário à custa de um cinema baseado em criaturas gigantes que destroem tudo e explosões que jorram que nem água.

Ótima opção para o domingo. Principalmente para aqueles que gostam de ver um filme só por diversão.

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