Crítica final “A Força do Querer”: vai deixar saudade
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Crítica final “A Força do Querer”: vai deixar saudade

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Jeiza e Zeca

Jeiza e Zeca

“Que era um fetiche. Muito importante isso porque deixou claro que ela não se via mais como vítima do marido, mas dona de sua vida e de suas consequências”

Por Feminino e Além

Todo mundo, não é o caso? A Força do Querer, depois de alguns fortes fracassos da platinada, conseguiu parar o país para ver o que ia acontecer com Bibi Perigosa, com Ivan, Jeiza, Rubinho e todos mais que só alavancaram ponto por ponto no ibope com ideias bem colocadas de Glória Perez.

A autora já é conhecida por novelas sempre polêmicas. Com esta, onde foi diferente? O puritanismo rolou solto pelas redes sociais. “Ivana virar Ivan? Qual a necessidade disso?”. Respondo: TOTAL! A intolerância com o que NÃO É DA SUA VIDA é dos grandes defeitos de todos nós. A dor de viver em um corpo que não lhe pertence foi um dos presentes que Perez nos deu, conseguindo entrar na cabeça de famílias que não aceitavam ou entendiam isso de uma forma mais tênue. Ninguém pede que se aceite com sorrisos (se for assim, agradecemos MUITO), mas que exista RESPEITO e conversa. Entender a situação do outro é sempre “muito fácil” porque temos a mania de ditar o que é correto. O que é certo para você, não é para mim e vice versa. Por isso a necessidade de criarmos o respeito dentro da gente. Situação mais que bem colocada na novela. Ainda mais no final, quando a autora mostra que Ivana não era necessariamente gay (se o fosse, zero problema idem). Ela só queria seu corpo verdadeiro: o de um homem. O encontro entre Ivan e Claudio nas lindas praias cariocas, foi prazeroso de ser visto. Ponto pra Glória!

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A redenção de Bibi foi clássica. Nada de mais ou de menos. Sempre MUITA emoção com a ótima interpretação de Juliana Paes. Elizângela traduziu o que uma mãe de verdade sente (imagino eu). A relação tivesse momentos conturbados ou não, era de muito, muito amor. Conseguiram traduzir a emoção em todas as cenas…Continua a leitura

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