Crítica: “1922” é Stephen King na Netflix
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Crítica | 1922: mais uma adaptação de Stephen King

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Crítica “1922”

Crítica “1922”

Dirigido e roteirizado por Zak Hilditch. Elenco: Thomas Jane, Molly Parker, Neal McDonough, Brian d’Arcy James, Dylan Schmid, Kaitlyn Bernard, Bob Frazer, Patrick Keating

Por Gabriella Tomasi

O ano de 2017 definitivamente é o ano de Stephen King. Com várias adaptações suas para as telas do cinema como It: A Coisa e Torre Negra (para citar alguns), ele também chega nas telas da televisão pela plataforma Netflix. A história de 1922 gira em torno do fazendeiro Wilfred James (Jane) que, devido ao seu apego pelas suas terras, decide matar a sua esposa Arlette (Parker) com a ajuda do filho do casal Henry (Schmid) para impedir que ela vendesse a propriedade e se mudasse para cidade com o filho. Este, por sua vez, sucumbe às pressões do pai já que tampouco quer ficar longe de sua casa e, principalmente, de sua recente namorada Shannon (Bernard).

Mas o que Wilfred diz logo após o crime cometido simboliza muito a premissa do filme: o problema não é matar alguém em si, mas o que vem depois, ou seja, todo o trabalho realizado para não ser descoberto: criar um álibi, criar uma estória em caso a polícia apareça, esconder o corpo, entre outros detalhes que surgem no caminho e que Wilfred e Henry devem lidar.  Porém, não é só o trabalho físico e o tempo e esforço despendido que é caracterizado como “difícil”, mas as consequencias que vêm depois, os eventos que desencadeiam pela ausência de alguém. Por conseguinte, se em um primeiro momento Arlette era visto com um problema para o pai e o filho, algo que poderia ser resolvido pelo seu “desaparecimento”, os personagens se dão conta que na realidade era ela a solução de tudo, o que impedia a degradação da família, de uma vida confortável, assim como a decadente psicologia de ambos… Continua a leitura


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