Panorama vai exibir filmes dos gênios David Lynch, Bergman e Buñuel
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Panorama vai exibir filmes dos gênios David Lynch, Bergman e Buñuel

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Persona

Persona

Três dos cineastas mais icônicos da história do cinema terão clássicos de sua filmografia exibidas no Panorama

David Lynch, Bergman e Buñuel podem ser considerados três dos maiores cineastas da história do cinema. Seus filmes entraram para história como inovadores, perturbadores e geniais. E eles, mais que merecidos, terão alguns de seus filmes exibidos no XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema.

E o melhor de tudo: eles não estarão sozinhos!

David Lynch, Ingmar Bergman, Luis Buñuel, John Cassavetes e outros cinco cineastas integram a Mostra Clássicos, com obras realizadas entre 1928 e 2001. O festival acontece de 8 a 15 de novembro, com sessões no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha (Salvador) e no Cine Theatro Cachoeirano (Cachoeira).

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Os filmes
Após o término da terceira temporada de Twin Peaks e a breve passagem do documentário David Lynch: A vida de um artista pelos cinemas de Salvador, Lynch será representado por Cidade dos Sonhos (2001), filme que lhe rendeu o prêmio de melhor diretor em Cannes. Acompanhada por um guia para “decifrar” sua trama, na época do lançamento, a obra é “ambientada no universo irreal de Los Angeles”, com uma “mistura desconfortável de inocência e corrupção, amor e solidão, beleza e depravação”, como descreve a sinopse.

Persona
Outra produção que desafia o espectador é Persona (1966), do sueco Ingmar Bergman. O filme mostra uma atriz que perde a fala durante uma apresentação teatral e é internada em uma clínica psiquiátrica. Seguindo orientações médicas, ela se isola em uma ilha sob os cuidados da enfermeira Alma, o que dá início a uma relação com intimidade crescente, estabelecendo trocas de identidade.

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A Bela da Tarde
Premiado no Festival de Veneza e protagonizado por Catherine Deneuve, A Bela da Tarde (1967) traz o cinema de Luis Buñuel para a mostra. Na trama, uma jovem dona de casa tenta conciliar suas fantasias com o cotidiano ao lado do marido. Ela começa a trabalhar eventualmente em um bordel secreto, usando o pseudônimo de “bela da tarde”.

Uma figura feminina também está no centro da trama de Uma Mulher sob Influência (1974), de John Cassavetes. Para finalizar, a mostra exibe A Colecionadora (1967), de Eric Rohmer; O Martírio de Joana D’Arc (1928), de Carl Th. Dreyer; Cesar e Rosalie (1972), de Claude Sautet; Cidadão Klein (1976), de Joseph Losey; e Memórias do Subdesenvolvimento (1968), de Tomás Gutiérrez Alea.

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