Crítica | Temperatura Máxima exibe Terremoto – A falha de San Andreas
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Crítica | Temperatura Máxima exibe a ação Terremoto – A falha de San Andreas

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Terremoto A Falha de San Andreas

Terremoto A Falha de San Andreas

Terremoto – A falha de San Andreas tem exibição neste domingo, 26 de novembro, na Temperatura Máxima, da Rede Globo, logo após o programa A Cara do Pai

Neste domingo, 26 de novembro, a Temperatura Máxima vai exibir um genuíno filme de ação, catástrofe e drama, tudo junto. Isso mesmo, Terremoto – A falha de San Andreas traz isso tudo e um pouco mais para a tarde deste domingo na Globo.

Crítica

O filme tem uma história simples: um terremoto atinge a Califórnia e faz com que Ray (Dwayne Johnson), um bombeiro especializado em resgates com helicópteros, tenha que percorrer o estado ao lado da ex-esposa (Carla Gugino) para resgatar a sua filha Blake (Alexandra Daddario), que busca sobreviver em São Francisco com a ajuda de dois jovens irmãos.

Logo na primeira sequência, quando vemos Ray em ação no resgate de uma motorista que acabara de se acidentar, sabemos quem é exatamente o protagonista da história: uma figura emblemática, com ares de herói, já tendo salvado pessoas em guerras, que fala pouco e possui problemas familiares. O roteiro joga isso logo na cara do espectador para que ele perceba que está diante de uma espécie de jornada do herói, com Ray tendo que passar por todos os obstáculos (profissionais e familiares) para que enfim chegue à algum lugar mais feliz.

Depois disso, a trama apresenta o grande vilão dos filmes catástrofes: a ‘natureza’. No caso aqui, a chamada falha de San Andreas, um acidente geológico com poder para destruir uma cidade inteira. Quando o terremoto chega e passa a destruir tudo, vemos que o roteiro não fará de Ray um salvador de vidas, um exemplo para a profissão. Ray abraçara a única e exclusiva missão de resgatar a filha, a belíssima Alexandra Daddario, que está isolada em outra cidade.

Terremoto – A falha de San Andreas é diversão com muita ação e adrenalina. Com cenas de tirar o fôlego, nos faz lembrar muitos outros filmes sobre destruição e sobre catástrofes naturais (Twister, O Impossível, O Dia depois de Amanhã e Impacto Profundo). Sem ser original, e sem desejar ser, o filme agrada o menos exigente dos espectadores. Tecnicamente frágil, dramaticamente defeituoso, o filme chegou aos cinemas como mais do mesmo. É Hollywood sendo Hollywood.


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