Crítica | Star Wars: Os últimos Jedi, vale a pena assistir?
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Crítica | Star Wars: Os últimos Jedi, vale a pena assistir?

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Star Wars: Os últimos Jedi

Star Wars: Os últimos Jedi

Crítica do filme Star Wars: Os últimos Jedi

Direção  e roteiro por Rian Johnson. Baseado em Star Wars de George Lucas. Elenco: Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Mark Hamill, Carrie Fisher, Kelly Marie Tran, Lupita Nyong’o, Billie Lourd, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie, Andy Serkis, Benicio del Toro

Por Gabriella Tomasi

Os primeiros seis capítulos da saga Star Wars certamente se concentraram na história das lendas que se formaram não somente no seu próprio universo, mas para sua legião de fãs: Luke e Leia e seu pai, o maior ditador da galáxia, Darth Vader. Desde o spin-off Rogue One e a sequencia de O Despertar da Força, no entanto, a franquia realmente dava sinais de dar continuidade e expandir para dar espaço a novos personagens, novas histórias e novos protagonistas. Os Últimos Jedi representa tudo isso sendo um longa de transição.

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Rian Johnson é um realizador que realmente entende e soube lindamente trabalhar a franquia, respeitando sua essência e ao mesmo tempo dando uma identidade própria, uma característica que a faz avançar para novos horizontes. As auto-referências, por exemplo, não somente reverenciam capítulos anteriores, mas também possuem uma função narrativa bem específica dentro da narrativa como, por exemplo, a presença dos sóis gêmeos vivenciado por Luke Skywalker (Hamill), o seu X-Wing afundado na água e a “apropriação” de Ray (Ridley) do Millenium Falcon são toques sutis e elegantes.

Aliás, é interessante observar a relação de como a geração mais velha sente o peso de suas ações passadas, ao passo que os mais novos tentam assumir cada vez mais responsabilidades, inspirados pelos princípios e legados que os seus antecessores deixaram. Ray tenta lidar com as transformações pelas quais ela passa, motivo pelo qual insiste que Luke a treine, mas este, por sua vez, sente o peso e a exaustão de tudo o que vivenciou. Neste aspecto, sua mão mecânica passa a ser vista como uma marca, uma cicatriz permanente de suas lutas e de seus fracassos.

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Sobre o autor

Gabriella Tomasi

Gabriella Tomasi

Gabriella Tomasi é crítica de cinema, graduanda em letras, membro do coletivo de mulheres críticas de cinema – ELVIRAS, e possui o blog Ícone do Cinema

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