Crítica Viva – A Vida é uma festa | Uma ode à cultura
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Crítica Viva – A Vida é uma festa | Uma ode à cultura, tradição e povo mexicano

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Crítica Viva – A Vida é uma festa | uma ode à cultura, tradição e povo mexicano

Viva – A Vida é uma festa

Dirigido por Lee Unkrich. Codireção de Adrian Molina. Roteirizado por Adrian Molina, Matthew Aldrich. Elenco:  Anthony Gonzalez, Gael Garcia Bernal, Benjamin Bratt, Alanna Ubach, Renée Victor, Ana Ofelia Murguía, Edward James Olmos

Por Gabriella Tomasi

A Pixar é uma empresa produtora de animação que todos os anos nos surpreende e impressiona não somente pela qualidade de suas animações, mas também pela universalidade dos valores e temáticas que explora. Desde Toy Story (1995-), Up – Altas Aventuras (2009) até Divertida Mente (2015) e recentemente Procurando Dory (2016), Viva: A Vida é Uma Festa se revela cada vez mais importante quando a analisamos sob a ótica política e social que os Estados Unidos enfrenta com seu atual presidente.

Em um vilarejo do México, o menino Miguel sonha em ser um músico, porém, devido à história de seus ancestrais, essa é uma carreira pouco desejada pela sua família e, ao contrário, incentiva-se uma carreira na fábrica de sapatos iniciada lá pela sua tataravó. Mesmo com a desaprovação, o menino decide se inscrever em um show de talentos local no Dia dos Mortos quando acidentalmente acaba sendo transportado para o mundo dos mortos e, para retornar, precisa da bênção que espera conseguir de Ernesto de La Cruz, um músico popular e famoso da região nos anos 20, com a ajuda do também falecido Hector, antes que o próprio Miguel fique preso neste universo e desapareça do mundo dos vivos.

Neste contexto, o roteiro explora o que há de mais rico nesta cultura: a importância da família e também a importância de celebrar a memória dos entes queridos que já não estão presentes fisicamente na data comemorativa. Dessa forma, há uma necessidade de que a fotografia de uma pessoa seja um dos meios de lembrança e de aprendizado de nosso passado, motivo pelo qual esse objeto a todo momento move a narrativa, seja para descobrir quem é o tataravô de Miguel, seja a busca de Hector em permanecer na memória o suficiente para que ele possa visitar sua filha. Aliás, é interessante como as fotos assumem diversas formas:

Leia a crítica completa no Blog de Gabriella Tomasi


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