Crítica O Gerente da Noite | a série que nasceu para ganhar prêmios
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O Gerente da Noite | a série que nasceu vitoriosa

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Crítica O Gerente da Noite

Crítica O Gerente da Noite

Não por acaso, The Night Manager (O Gerente da Noite) venceu todas as principais premiações na temporada passada

Falar de O Gerente da Noite, série que a Rede Globo exibe desde a última segunda, é falar de grandes nomes do universo do entretenimento (televisão, cinema, literatura). A série é, para início de conversa, baseada no romance mega premiado do escritor John Le Carré. Continuando, traz no elenco principal nomes como Tom Hiddleston, o eterno Loki, e Hugh Laurie, o também eterno Doutor House. Para finalizar, a série é dirigida pela cineasta Susanne Bier, uma das mais talentosas da escola dinamarquesa de cinema.

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Com tantos atributos, é claro que a série tinha tudo para ser sensacional. E é.

Conheça a história

Jonathan Pine é um ex-soldado britânico que seguiu a carreira como auditor noturno de um hotel de luxo. Seu caminho se cruza com o de Sophie, uma bela mulher de origem Árabe e Francesa, que por sua vez tem ligação com Richard Onslow Roper, um inglês do mercado negro especializado em armas. Ela fornece a Pine documentos criminosos, que ele entrega a um amigo na inteligência britânica. Quando Sophie aparece morta, Jonathan decide trabalhar disfarçado como parte de um plano contra Roper para se vingar da morte da mulher.

Existe uma tenra lembrança de um dos filmes mais interessantes destes últimos anos, Hotel Ruanda. Essa lembrança, mínima que seja, mostra exatamente onde se encontra o nível da série. Estupenda em criar uma história que a todo o momento flerta com a realidade, O Gerente da Noite tem como ponto central e forte a relação direta e indireta do dos protagonistas. Jonathan Pine e Roper possuem uma dinâmica que seja a assustar de tão intensa que é.

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O primeiro episódio, com algumas reviravoltas e uma linha temporal bem larga, não é tão fácil de ser acompanhado, até mesmo porque há muitos elementos na história: a embaixada britânica, os jornalista em Londres, e o núcleo central, que inicialmente está no Cairo.

Com um roteiro bem afiado, o que mais chama atenção da trama é a sua relação com a realidade; o tráfico de armas é algo que movimenta bilhões de dólares no mundo e em alguns países chegam a formar verdadeiros Reis das armas, exatamente como Roper.

Não precisamos dizer que Tom Hiddleston e Hugh Laurie comandam a história, e suas tramas, sozinhas e juntas, comandam a série, do início até o fim. Uma ótima opção para estas próximas semanas na Rede Globo.

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