Câmera Record desta quinta homenageia Heley de Abreu
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Câmera Record desta quinta homenageia Heley de Abreu, professora heroína que salvou crianças em um incêndio

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Câmera Record desta quinta é especial sobre o Dia Internacional da Mulher; reportagem especial foi realizada por uma equipe só de mulheres do programa

8 de março, Dia Internacional da Mulher.

O Câmera Record desta quinta, que vai ao ar às 22h30, exibe uma reportagem especial sobre a vida de Heley de Abreu, a verdadeira ‘heroína do Brasil’.

Para quem não lembra, Heley salvou a vida de muitas crianças após um vigia, ensandecido, atear fogo na creche onde ambos trabalhavam, em Janaúba, Minas Gerais, no dia 5 de outubro de 2017. Além do segurança, que colocou fogo no próprio corpo, 13 pessoas morreram no ataque. Dez crianças e três professores, incluindo Heley.

Heley personifica então a força da mulher brasileira, e por conta disto é a personagem mais que perfeita para representar as mulheres neste dia mais que especial. E para contar essa história, o programa reuniu uma equipe especial, somente com jornalistas mulheres. Pauteiras, repórteres e editoras narram a trajetória da mulher que perdeu a vida para salvar tantas outras.

As repórteres Thatiana Brasil e Gabriela Pimentel viajaram até a pequena cidade, de 70 mil habitantes, onde aconteceu o caso. Da Redação, as repórteres investigativas, Sheila Fernandes e Mariana Verdelho, deram suporte às enviadas, com pesquisa, informação e revelando detalhes até então desconhecidos sobre a vida da professora Heley e sobre a tragédia.

Já as jornalistas Fabíola Corrêa e Soraya Lauand ficaram com a responsabilidade de editar o material. O último toque é da editora finalizadora Natália Florentino.

A Matéria

Durante oito dias, O Câmera Record ouviu familiares, amigos e alunos da professora, que ajudaram a revelar a trajetória dessa ‘heroína’.

Naquela data, o vigia da creche, com um balde cheio de gasolina, entrou na escola e ateou fogo no local. Em seguida, colocou fogo no próprio corpo. Segundo as testemunhas, não fosse a Heley, teriam morrido muito mais do que 13 pessoas. “Não fosse ela, teria morrido muito mais crianças. A tragédia seria muito maior”, revela uma outra mãe.

Os repórteres vão contar também detalhes da infância de Heley, repleta de vivacidade, a juventude dedicada aos estudos, o fascínio pela profissão, a vontade de ser mãe e formar uma família. E o reconhecimento pelo poder público ao ato de coragem e amor ao próximo, em um dos episódios mais tristes da história do país.

Um programa que promete ser inesquecível.

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Redação

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