Crítica A Noite do Jogo: comédia acima da média e com Rachel McAdams
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Crítica A Noite do Jogo: comédia acima da média e estrelada por Rachel McAdams

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Game Night - A Noite do Jogo

Game Night – A Noite do Jogo

A Noite do Jogo combina elementos de alguns filmes e projetos bem sucedidos de comédias, e traz no elenco Jason Bateman e a linda Rachel McAdams

A Noite do Jogo, lançamento dos cinemas nesta semana, e que traz no elenco as estrelas hollywoodianas Jason Bateman e Rachel McAdams, não tem nenhum elemento original em seu argumento, e nem em sua execução, mas ainda assim é um deleite para os amantes de uma boa comédia. E por que então, mesmo não sendo original, ele é bom?

Bem, a resposta é das mais simples: bom roteiro e ótimas atuações. É a fórmula simples para uma boa sessão de cinema. E quando falamos do roteiro, novamente deixamos claro que não é nada de inédito. A Noite do Jogo carrega influências de filmes como Uma Noite Fora de Série, de 20100 (estrelado por Tina Fey) e até mesmo de episódios de séries, como o episódio Game Night, de How I Met Your Mother. Enfim, o argumento também carrega na sua essência uma tradição bem americana, que são as chamadas noites dos jogos.

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Vamos entender um pouco mais de tudo após conhecer a trama em questão.

A Noite do Jogo

Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) participam de um grupo de casais que organizam noites de jogos. O irmão de Max, Brooks (Kyle Chandler), chega decidido a organizar uma festa de assassinato e mistério e acaba sequestrado, levando todos a acreditarem que o sumiço faz parte da misteriosa brincadeira. Os seis amigos competitivos precisam então resolver o caso para vencer o jogo, cujo rumo vai se tornando cada vez mais inesperado.

E assim, com uma história que sempre flerta com elementos de absurdo, que A Noite do Jogo ganha o público e proporciona ótimas risadas. Mas se fôssemos identificar o maior êxito do filme, certamente seria na combinação elenco mais roteiro.

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Quando falamos elenco, o destaque vai quase que exclusivo para Rachel McAdams, a linda e talentosa atriz, que estranhamente ainda não foi reconhecida como deveria. Rachel já possui uma filmografia digna do primeiro escalão de Hollywood, mas sempre há a impressão de que ela é colocada um pouco abaixo de atrizes como Jennifer Lawrence ou Emma Stone.

Annie (Rachel McAdams) é a personagem mais cativante da história: carrega uma característica bem peculiar, que é o amor por jogos, é competitiva, o que a levou a se apaixonar por Max, e ao mesmo tempo tem o desejo de ser mãe, o que a leva para a aventura que foi a noite em que se passa a trama do filme.

As reviravoltas do roteiro, bem sacadas, mas que já foram muitas vezes utilizadas, não surpreende, mas agrada, sobretudo a final, quando vemos um personagem que teria tudo para ser muito secundário ganhando destaque. Este personagem acaba sendo uma das peças chaves para entrarmos na atmosfera da história.

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Com pitadas de Se Beber Não Case, e pedaços de filmes como o já citado no início (Uma Noite fora de Série), A Noite do Jogo certamente não ganharia prêmio algum de originalidade, mas quando o filme acaba a sensação é que estamos respirando ar fresco comparado a mesma tinta que são as comédias colocadas no mercado atualmente.

Divertido, inteligente, e tecnicamente sólido, A Noite do Jogo tem tudo para agradar aos mais jovens, e trazer lembranças e reflexões aos que já chegaram a casa dos 30 anos de idade.

Principais informações
Data de publicação:
Título da publicação:
Crítica A Noite do Jogo: comédia acima da média e com Rachel McAdams
Classificação:
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Sobre o autor

Luis Fernando Pereira

Luis Fernando Pereira

Jornalista cultural, administrador do site cabinecultural.com

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