Crítica: Supercine deste sábado exibe o fracasso O Cavaleiro Solitário
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Crítica: Supercine deste sábado exibe o fracasso “O Cavaleiro Solitário”, com Johnny Deep

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Cavaleiro Solitário

Cavaleiro Solitário

 

Filme foi mega fracasso nas bilheterias, mas tem fã que gostou; O Cavaleiro Solitário será exibido neste sábado, dia 26 de maio, na sessão Supercine

Um dos maiores fracassos de bilheteria da história do cinema, O Cavaleiro Solitário trouxe o astro Johnny Deep como protagonista de uma história de ação, que a sessão Supercine irá exibir neste sábado, dia 26 de maio, logo depois do programa Zero 1.

Crítica

Com a direção de Gore Verbinski, responsável também pela direção dos três primeiros filmes de Piratas do Caribe, O Cavaleiro Solitário teve um orçamento de 250 milhões de dólares, e espera-se desta mega produção um retorno em bilheteria similar aos outros filmes.

A história é passada em Colby, no Texas, nos anos 1869, contada por um velho índio americano. Conta a história do advogado John Red (Armie Hammer) que ao retornar a sua cidade natal para trabalhar junto a seu irmão Dan, que é um dos xerifes da cidade, acaba assistindo a um massacre pelo bandido Butch Cavendish (William Fichter) e seu bando. Este bandido tem a fama de comer carne humana e mata o irmão de John Red e retira o seu coração. John Red revoltado com o que assistiu, junta-se ao índio Tonto (Johnny Deep) e seu cavalo branco, com a intenção de capturar o bandido Butch Cavendish e levá-lo ao tribunal, com o intuito de fazer justiça. John também é apaixonado pela sua cunhada Rebecca (Ruth Wilson), que é capturada pelo bandido, juntamente com seu filho Danny.

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Este filme envolve ação, aventura, faroeste e comédia, numa trama de 149 minutos, com momentos de muita diversão e ação, junto a um melodrama, recheado de piadas e humor sarcástico, uma versão engraçada do Zorro, parece que este foi o intuito do diretor, mas que termina se perdendo pelos exageros e pelo intrincado da história, que parece não levar a lugar comum. A atuação de Johnny Deep é uma atração à parte, faz o índio Tonto interessante, se destacando como ator coadjuvante, mais que o protagonista, algo inevitável e previsível. Johnny Deep está brilhante na caracterização de um personagem singular, aquele jeito que ele faz tão bem de um personagem caracterizado e com trejeitos engraçado.

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Armie Hammer deixa a desejar como o mocinho John Red, meio perdido em um roteiro de muitas reviravoltas do seu personagem. Tem um momento muito singular e divertido, que fascina o público, quando o mocinho assume realmente o papel de herói e cavalga no seu cavalo branco (como Silver) sobre um trem em movimento ao som da música de abertura da ópera de Guilherme Tell . Esta realmente é uma cena empolgante, mas o filme se perde em sequências que retornam, ficando cansativo e chato, em alguns momentos. A trilha sonora é condizente com um filme de aventura e muita ação, e os efeitos especiais e técnicos são muito bem feitos, meio surreais, mas que funcionam bem no filme, apesar dos excessos que cansam e oscilam no filme, devido a trama que se torna muito arrastada.

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Enfim, um filme com o roteiro de  Terry Rossio e direção de Gore Verbinski, e tendo como chamariz o ator Johnny Deep, tem todos os elementos que necessitam para quem gosta de superproduções de ação e drama.

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