Crítica: TNT exibe nesta terça o terror de sucesso “Annabelle”
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Crítica: TNT exibe nesta terça o terror de sucesso “Annabelle”

Filme foi um dos maiores sucessos dos últimos anos no gênero

Nesta terça, às 22h30, a sessão TNT Megafilm vai exibir um dos maiores sucessos do gênero terror dos últimos anos: Annabelle.

História
Annabelle (2014). Terror, EUA, 14 anos. Com: Tony Amendola – Ward Horton – Annabelle Wallis. Um casal começa a vivenciar acontecimentos sobrenaturais depois que compram uma boneca para sua filha. A casa é invadida por membros de uma seita satânica e acabam sendo atacados violentamente.

Crítica
Annabelle conta a história do casal Mia (Annabelle Wallis) e John (Ward Horton), que estão prestes a ter o primeiro filho. John, como forma de comemorar a chegada do bebê, compra uma boneca. As coisas caminham bem até que a casa deles é invadida por membros de uma seita, eles são atacados e a boneca, Annabelle, acaba sendo recipiente de uma entidade maligna. A partir deste momento, a boneca se torna, mesmo sem o conhecimento do casal, o centro de todo o mal.

O filme, que é dirigido por John R. Leonetti, colega de James Wan, que desta vez fica na produção executiva, traz como pontos fortes alguns dos mesmos elementos já utilizados pelo estilo Wan de se fazer cinema: um uso menos didático dos efeitos sonoros, planos que fogem do padrão e uma fotografia que sempre nos faz lembrar uma época passada, criando uma atmosfera muito mais atraente para se contar uma história baseada na ideia de medo, terror e apreensão. Logo na primeira sequência, quando o casal é atacado pela seita demoníaca, o uso da câmera cria uma tensão tão intensa que o espectador acaba sendo jogado no quarto, como se fosse mais uma vítima naquela situação.

Annabelle 2: A Criação do Mal

Annabelle 2: A Criação do Mal

Annabelle consegue ser eficiente por não ousar narrativamente. Parece uma contradição, mas em tempos que o cinema de terror se utiliza cada vez mais de monstros e milhares de efeitos especiais, Annabelle trabalha com a simples ideia de existir algo demoníaco em um determinado objeto, ou de sentir pavor pelo que ainda é desconhecido. Veja que a boneca, diferente de Chuck, por exemplo, não possui voz ativa, não é o fio que conduz o terror. O terror aqui é produzido através da ideia de que dentro de uma já assustadora boneca se esconde algum demônio espiritual.

Um filme simples, bem produzido e que entrega o que promete. Somente isto já serve de motivo para que o amante do gênero saia da sessão bem satisfeito, já esperando a continuação, que certamente um dia virá.

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Redação

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