Minha Vida em Marte: delicioso, divertido e indispensável
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Minha Vida em Marte: delicioso, divertido e indispensável

“As sessões estão lotadas, não é por acaso. Corra para o cinema mais próximo e, sem nenhuma pretensão, torne seu dia mais leve”

Estreou no finzinho de 2018, mas só consegui assistir ontem. A demora, de certa forma, valeu a pena. Ainda há um grande frisson em torno do novo filme de Mônica Martelli.

O primeiro longa, “Os Homens São de Marte e É Pra Lá que Eu Vou”, lançado em 2014, mostrava a personagem Fernanda, beirando os 40 anos, uma mulher romântica, bem sucedida, que trabalha com cerimônias de casamento, mas estava completamente solteira. Em busca do par perfeito, conhecemos Fernanda, seus rolos e, a melhor parte, o seu amigo Aníbal, vivido de forma espetacular por Paulo Gustavo.

Nessa nova caminhada de Fernanda, ela está casada com Tom (Marcos Palmeira) com quem tem uma filha de cinco anos, Joana (Marianna Santos). Mas, como em qualquer relacionamento, o casal atravessa uma fase difícil, onde o interesse, tesão e cumplicidade são diminuídos pelo cotidiano. O amor já não é mais uma certeza e as pequenas novidades que acontecem, atrapalham ainda mais os dois.

Minha Vida em Marte

Minha Vida em Marte

Quando o divórcio se torna um fato, Fernanda precisa de todo o apoio de Aníbal para superar todas as suas inseguranças: de partir para um novo amor, de ser uma mulher com mais de 40, de entender como a vida funciona após anos ao lado de uma pessoa que você acreditou que estaria ali até o fim dos dias. Seguir em frente é sempre uma caminhada que exige esforço.

Além de, obviamente, ser um filme super engraçado, a química de Mônica Martelli e Paulo Gustavo é indiscutível… Continua a leitura

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Camila Botto

Formada em jornalismo com pós-graduação em mídias digitais, Camila Botto é colunista do Cabine Cultural, editora-chefe do Feminino e Além, autora do livro Segredos Confessáveis e sócia da Dendê Cult Press.

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