“Tomb Raider: A Origem” estreia sábado no Telecine: vale a pena ver?

Filme estreia dia 19 de janeiro em um dos mais relevantes canais de filmes da rede fechada

Imbatível nos videogames e no cinema, a Superestreia deste sábado, dia 19 de janeiro, traz para os cinéfilos de carteirinha o filme Tomb Raider: A Origem.

A produção é estrelada pela sueca Alicia Vikander. A heroína aparece repaginada no filme e, a partir das 22h, estará no Telecine Play e no Telecine Premium.

A personagem domina o domingo, dia 20, com o “Combo Triplo Tomb Raider”. A partir das 15h50, tem Lara Croft: Tomb Raider, Lara Croft Tomb Raider – A Origem da Vida e Tomb Raider: A Origem em sequência, no Telecine Pipoca.

Vale a pena ver?
Infelizmente, os pontos positivos do filme não passam para além de seu elenco. O roteiro é incrivelmente falho, uma vez que conta com personagens desmotivados e unidimensionais, como o próprio vilão Vogel (Goggins), ou o braço direito de Lara, Lu Ren (Wu), além de inúmeras facilidades que concedem aos personagens resolverem certos impasses. Difícil entender por que convenientemente este último fora poupado por um antagonista supostamente inescrupuloso mesmo tendo ajudado tanto e de maneira tão evidente a protagonista escapar de um trabalho escravo. Outro problema se revela na grande repetição de cenas em flashbacks de Lara e seu pai que não agregam nada à narrativa, pois a impressão que fica é que elas foram inseridas como uma tentativa de preencher o vazio da relação entre ambos personagens, e a ausência de tempo para desenvolver esse aspecto, assim como justificar o tempo todo o abandono da filha.

Tomb Raider
Tomb Raider

Essa ausência de um maior aprofundamento também é consequência de um filme que aposta e depende demais de suas cenas de ação para funcionar. Por um lado, Lara realmente põe à prova seus limites físicos em Tomb Raider e é forçada pelas leis da sobrevivência a superá-los. Por outro lado, há uma fraqueza imensa nas coreografias de lutas, muitas delas que se repetem à exaustão e traz pouca eficiência para os embates.  Essa artificialidade se acentua mais quando Uthaug também confia demasiado nos efeitos visuais, com um excesso em CGI empregado que retira todo aquele senso de realismo que Vikander luta tanto para manter vivo e, além disso, retira de alguns momentos qualquer senso de ameaça ou perigo real físico.  Isso sem mencionar a edição e movimento de câmera frenéticos que fazem com que mal possamos compreender o que se passa em tela.

Tomb Raider: A Origem, portanto, representa um ponto de partida bastante fraco para a franquia, porém, em meio a tantos deslizes e equívocos, Alicia Vikander definitivamente foi a melhor escolha desse filme.

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