Melhor roteiro no Oscar: 5 curiosidades sobre “Infiltrado na Klan”
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Melhor roteiro no Oscar: 5 curiosidades sobre “Infiltrado na Klan”

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No Oscar deste ano o enredo rendeu ao diretor Spike Lee a estatueta por Melhor Roteiro Adaptado

O Oscar 2019 já acabou mas ainda temos muito que falar dele. Primeiro que alguns dos filmes ainda não estrearam no Brasil, como o vencedor na categoria melhor documentário, Free Solo. E segundo porque ainda paira no ar algumas polêmicas, e talvez a maior tenha sido a saída em protesto do cineasta Spike Lee, que venceu na categoria roteiro adaptado, mas perdeu como melhor filme, e justamente para Green Book, um dos filmes mais contestáveis desta edição.

Mas vamos aqui falar de Infiltrados na Klan, produção que deu a Spike um Oscar maravilhoso.

Infiltrado na Klan é o que tem o mais forte discurso sobre as marcas profundas que a intolerância pode deixar na sociedade. Transportada para a sétima arte, a obra rendeu sete indicações ao Oscar.

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A seguir, conheça algumas curiosidades que envolvem a trama de Infiltrado na Klan:

1 – O enredo conta uma história real. Ron Stallworth, o policial original, guarda até hoje em sua carteira a credencial da KKK.

2 – A história rendeu a primeira indicação de Spike Leeao Oscar de direção. Mas, foi na categoria de Melhor Roteiro Adaptado que Lee contou com o favoritismo do júri, ao competir com outros profissionais. Em 2006, o diretor havia recebido um Oscar Honorário e na época criticou a quantidade de negros concorrendo ao prêmio.

3 – Emocionado em seu discurso de agradecimento, Lee citou a avó e reforçou sua retórica política ao recordar que as eleições de 2020 estão chegando. “Vamos pensar nisso. Vamos nos mobilizar, estar do lado certo da história. É uma escolha moral. Do amor sobre ódio. Vamos fazer a coisa certa”, disse.

Infiltrado na Klan

Infiltrado na Klan

4 – O diretor acrescentou mais fatos históricos reais às telonas quando decidiu incluir na história cenas de arquivo dos protestos em defesa da supremacia branca em Charlottesville, em 2017, e também de atos em defesa dos negros nos Estados Unidos, no movimento batizado de “Black Lives Matter” (vidas negras importam, em tradução livre).

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5 – No Brasil, a obra também ganhou versão em livro falado. Produzido pelo Ubook, o audiolivro contou com a narração do ator André Ramiro, que, assim como o personagem principal da obra, também já viveu um policial no cinema. Para ouvir todo o conteúdo são necessários 5 horas, 48 minutos e 49 segundos. O título impresso, que pertence ao catálogo da Seoman, conta com 216 páginas.

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