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Crítica: Tela Quente (27/5) exibe mega sucesso Jason Bourne

Tela Quente
Jason Bourne

 

Filme é ação do início ao fim e tem exibição na sessão Tela Quente desta segunda, dia 27 de maio na tela da Rede Globo

Nesta segunda, dia 27 de maio, a Rede Globo exibe um filme de ação dos melhores já vistos nos últimos anos. “Jason Bourne” será exibido na Tela Quente logo depois da novela A Dona do Pedaço.

Imperdível.

Crítica
Após a sequência filmada na estação de trem Waterloo, em Londres, a qual rendeu o Oscar de melhor montagem para Christopher Rouse por seu trabalho em O Ultimato Bourne, imaginar que a parceria do montador com o cineasta Paul Greengrass poderia superar tamanho esplendor técnico era algo desafiador. Em Jason Bourne, novo capitulo da saga do herói em busca do seu passado,  essa possibilidade foi alcançada.

Ao preferir batizar o longa apenas com o nome do seu protagonista, os realizadores dão o tom desta última parte, colocando-o como uma força motriz em busca de retaliação contra as pessoas que lhe retiraram tudo. Sem Identidade, sem supremacia e seu nenhum ultimato. Nesse mais recente episódio (o que não deve ser encarado como último), o personagem de Jason Bourne age de modo instintivo, buscando apenas causar dor e morte àqueles que o construíram do modo como ele é.

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Aqui, temos o homem novamente às voltas com suas memórias perdidas e em busca de respostas para seu passado como o agente assassino a serviço do governo estadunidense. Ao nos colocar diante de peças familiares de Bourne (ou David Webb), o filme acerta por mostrar ao espectador uma face mais intima daquele personagem. Então, quando seu pai é trazido à tona como um dos pontos catalisadores para explicar o que ele é hoje, o roteiro escrito pelo próprio montador em parceria com Greengrass acerta ao denotar o quão frágil emocionalmente se tornará o personagem, uma vez que até mesmo sua base familiar lhe foi retirada, deixando-o apenas com a sua vida de agente militar como algo a que se apegar.

E tudo lhe é retirado, mesmo. Aliás, é válido observar a quadrilogia Bourne justamente como um estudo do modo como as perdas físicas e psicológicas deste personagem o afetam. O vemos perder sua amada Marie na segunda parte, algo que contribuiu não somente para sua ira calculada, mas para torná-lo ainda mais pragmático em seus atos. Aqui, outra perda lhe é desferida de modo doloroso, e quando a descoberta de que até mesmo sua família pode fazer parte do espiral autodestrutivo que sua vida representa, não lhe resta muito pelo que lutar, a não ser puramente por vingança. Calculada e pragmática, mas, ao final, apenas a pura e simples vingança. E é ainda mais interessante perceber como a tal fragilidade emocional não o afeta em seu pragmatismo. Leia crítica completa

Hostinger

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