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Crítica Aladdin: vale a pena ver o remake live action da Disney?

Aladdin
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Aladdin faz parte de um ambicioso projeto da Disney na produção de remakes em live-action de clássicos animados do estúdio

A resposta à pergunta do título da matéria é um sonoro sim. Aladdin, que estreou nos cinemas do país semana passada, e que está nos melhores cinemas, incluindo as salas da Rede UCI Orient, é talvez a melhor experiência da Disney dentro do seu projeto de transformar em live action as suas principais histórias.

Para quem gosta de um resumo da história, Aladdin (Mena Massoud) é um jovem ladrão que vive de pequenos roubos em Agrabah. Um dia, ele ajuda uma jovem a recuperar um valioso bracelete, sem saber que ela na verdade é a princesa Jasmine (Naomi Scott). Aladdin logo fica interessado nela, que diz ser a criada da princesa. Ao visitá-la em pleno palácio e descobrir sua identidade, ele é capturado por Jafar (Marwan Kenzari), o grão-vizir do sultanato, que deseja que ele recupere uma lâmpada mágica, onde habita um gênio (Will Smith) capaz de conceder três desejos ao seu dono.

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Para início de conversa, podemos dizer que o filme funciona com o seu público alvo, as crianças e os pais. As vezes o live action acaba tornando a animação adulta demais, perdendo a graça para o seu público consumidor primário, que são as crianças. Com Aladdin isso não acontece, e o grande responsável é um dos grandes nomes do filme, o mega star Will Smith, que dá vida para o gênio da lâmpada.

Will entrou de corpo e alma no projeto e graças a ele temos um gênio que consegue tomar o protagonismo do filme a partir de sua entrada. O gênio desde a sua primeira aparição se mostra o grande e mais interessante personagem da história, superando a do próprio Aladdin ou da princesa Jasmine. Sua história de vida, seu humor e ao mesmo tempo o seu drama são os elementos que fazem do projeto um sucesso com a criançada.

Suas cenas são as mais interessantes do ponto de vista narrativo, e das gargalhadas, e somente algumas cenas com o macaquinho de Aladdin conseguem se aproximar do poder de fogo do gênio e de Will Smith.

A história de amor entre Aladdin e a princesa Jasmine não incomoda e se o personagem que dá título ao filme não consegue ser muito carismático, a princesa em contrapartida se mostra uma surpresa, seja interpretando, seja cantando. Naomi Scott entra para o grupo de atrizes que certamente vai alçar grandes voos na indústria hollywoodiana.

A história nonsense, mais do que a história original, é fruto da cabeça exagerada do seu diretor, o inglês Guy Ritchie, que também foi responsável por dar vida a outro grande personagem da história da cultura pop, Sherlock Holmes.

Sua mente criativa acabou levando Aladdin para um nível que dificilmente outros diretores conseguiriam, saindo do padrão mais conservador e impondo cenas menos tradicionais. Ainda assim o filme, como não poderia deixar de ser, teve como resultado uma trama familiar, podendo ser vista com traqulidade por pais e filhos.

Aladdin estreou com poder para desbancar Malévola e se transformar na mais bem sucedida experiência da Disney em seu projeto de live actions.

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