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Crítica: vale a pena ver Kong – A Ilha da Caveira, em Tela Quente (2/9)?

Kong A Ilha da Caveira
Kong A Ilha da Caveira

Filme será exibido nesta segunda, dia 2 de setembro, na sessão tela Quente, da rede Globo

A sessão Tela Quente desta segunda, dia 2 de setembro, vai exibir um dos grandes filmes de 2017, que foi esperado por milhões de fãs durante o ano inteiro.

Kong – A Ilha da Caveira tem exibição nesta noite, logo após a novela A Dona do Pedaço. Vale a pena assistir?

Crítica
Diferente das abordagens anteriores acerca do macaco gigante a viver na ilha perdida, onde um variado número de criaturas (horripilantes ou não) também sobrevive, Kong – A Ilha da Caveira se destaca por equilibrar de modo exemplar dois tipos distintos de filmes em seu desenvolvimento.

Além de ser uma ótima aventura, que consegue explorar os diversos elementos fantásticos que o seu cenário pode oferecer, traz acertadamente um plot relacionado com filmes de guerra (mais precisamente a do Vietnam), algo que por si só já consegue criar uma eficiente atmosfera para seu enredo, unindo, assim, um visual que remete a clássicos como Apocalipse Now, além de partilhar uma trilha sonora soberba no que tange aos pilares do rock setentista.

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No citado enredo, cientistas liderados por um quase magro John Goodman descobrem via fotos de satélite (algo totalmente inventivo para a época) a tal ilha. Na corrida contra os russos durante a Guerra Fria, conseguem, através de Washington, destacar um grupo de soldados do Vietnam para acompanhá-los (com um fanático Samuel L. Jackson à frente), juntamente com um experiente rastreador (Hiddleston, na figura alfa de sempre em produções do tipo) e uma fotografa talentosa (Larson) que, de modo convenientemente menos exagerado que nas versões anteriores, representará o objeto de afeição do gorilão.

Com impactantes cenas de guerra, como aquela que traz o protagonista título contra um grupo de helicópteros que bombardeia a ilha, o longa diz a que veio logo em seus primeiros momentos de exploração da ilha, deixando de lado a extensa apresentação e contextualização dos seus personagens para, de fato, mandar ver no caos em absortas sequências de destruição nas quais árvores são usadas como mísseis contra as aeronaves e as sucatas logo viram pedaços de papel sendo rasgados pelo macaco.

Diferente da decepcionante versão dirigida por Peter Jackson em 2005, na qual os defeitos em CGI pareciam ganhar mais destaque aos olhos do espectador do que a própria história em si (lembram da famigerada corrida com dinossauros?), Kong – A Ilha da Caveira soube apresentar um competente trabalho de composição das cenas de luta envolvendo o gigante primata e as tais criaturas. Momentos como o que ele briga com um polvo (para em seguida devorá-lo) ou quando enfrenta espécies de lagartos gigantes (ou lagartos de caveira, como explica a válvula de escape vivida por John C. Reilly em momento hilário) denotam justamente o esmero da produção na criação digital dos elementos. Continua leitura

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