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Conheça alguns exemplos de Inteligência Artificial na ficção científica

Robot Inteligência Artifical
Robot

Hoje em dia quem gerencia um negócio convive diariamente com termos como “hospedagem de sites”, “presença digital”, “inbound marketing” e muitos outros termos. Porém, outro conceito cada vez mais está sendo difundido nos dias de hoje: Inteligência Artificial.

A IA, como também é conhecida, não é exatamente uma novidade. Desde meados do século passado o termo aparece por aí. A IA basicamente consiste em sistemas tecnológicos capazes de simular a inteligência humana.

A ideia é interessante e ao longo do tempo vem fazendo parte do imaginário popular especialmente por causa de histórias de ficção científica. Porém, se na ficção as IAs nem sempre são nossas amigas, na vida real, felizmente a situação é diferente.

As sugestões de conteúdo em canais como o Youtube e a Netflix são apenas alguns exemplos dos recursos de Inteligência Artificial atuando para facilitar o nosso dia a dia.

Nesse texto você vai conhecer mais sobre como a Inteligência Artificial entrou na cultura pop por meio da ficção científica e hoje faz parte da realidade de muitas empresas e clientes.

  • Inteligência Artificial e a síndrome de Frankenstein
  • Nossos amigos, os robôs
  • Robótica na cultura pop
  • Inteligência Artificial – Da ficção científica para a vida real

Inteligência Artificial e a síndrome de Frankenstein

A inglesa Mary Shelley publicou a sua obra-prima, “Frankenstein”, lá em 1818, mas o mito é tão atual que até parece que foi ontem que a jovem escritora mostrou esse livro para o mundo.

É irônico como a história de um cadáver todo remendado consegue resistir ao tempo. O mito do Frankenstein, a ideia do homem “brincando de Deus”, é tão influente e já serviu de inspiração para vários outros escritores.

Histórias sobre cientistas que criam máquinas inteligentes e que, para o nosso azar, tais máquinas se tornam inteligentes até demais, fazem parte do que alguns escritores e pesquisadores chamam de “síndrome de Frankenstein”.

Na ficção científica a ideia de conferir consciência e inteligência para as máquinas é o que movimenta muitas histórias. Tais narrativas consistem em metáforas que nos fazem questionar quais são os limites do conhecimento.

Se na ficção científica a pergunta é “E se as máquinas não quiserem mais nos obedecer?”, na vida real a questão é “E se as máquinas roubarem o nosso emprego? Tais perguntas são a “síndrome de Frankenstein” fazendo a gente pensar nos rumos da Inteligência Artificial.

Binary - Inteligência Artificial
Binary

Nossos amigos, os robôs

Mas nem só de Frankensteins e máquinas do mal vive a ficção científica. O escritor Isaac Asimov (1920-1992) foi talvez um dos autores que mais escreveu sobre robôs que, necessariamente, não querem varrer a raça humana da face da Terra.

Asimov criou um vasto universo literário e se tornou um dos grandes expoentes da ficção científica. Quando o assunto eram histórias protagonizadas por robôs, Asimov criou três leis básicas para as máquinas não saírem do controle:

1ª Lei

Um robô está impossibilitado de ferir um ser humano ou, por inação, deixar que um ser humano sofra algum tipo de maldade.

2ª Lei

Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto em situações cujo as referidas ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.

3ª Lei

Um robô deve proteger a sua própria existência desde que esse ato de proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Pronto. Foi com base nessas três diretrizes que Asimov, cientista e também escritor, desenvolveu os robôs mais afáveis e obedientes da literatura.

“Cavernas de Aço”, “Eu Robô”, “Os Robôs do Amanhecer” e “O homem bicentenário” são alguns dos trabalhos de ficção mais conhecidos desse escritor. Em cada um deles é notável como o autor trabalha a interação entre os humanos e as máquinas.

Não raras vezes, as máquinas, dotadas de Inteligência Artificial e um amontoado de fios são mais humanas que os personagens de carne e osso.

Inteligência Artificial
Inteligência Artificial

Robótica e Inteligência Artificial na cultura pop

Ao longo do tempo, a Inteligência Artificial e os robôs em geral serviram como metáforas para abordar assuntos do cotidiano, que iam desde a política, a publicidade, a mídia e mais uma série de temas.

Literatura

Além do já citado Isaac Asimov e Inteligência Artificial, outros escritores possuem no currículo histórias envolvendo IAs. Um deles é o norte-americano Philip K. Dick (1928-1982), que em 1969 publicou o conto “Formiga Elétrica”.

Nesse conto, além da temática envolvendo Inteligência Artificial, esse conto aborda outro conceito que Dick vez ou outra adorava revisitar: a boa e velha pergunta “o que é a realidade?”

Há também o “Neuromancer”, clássico do William Gibson em que, em plenos anos 80, o autor já antecipava conceitos como realidade virtual, ciberespaço e outros assuntos.

Cinema

A sétima arte é um terreno fértil para histórias envolvendo robôs e IAs, inclusive muitas delas vieram das páginas da literatura. “O Homem Bicentenário” é um exemplo disso.

O fato é o tema envolvendo robótica e Inteligência Artificial, de certa forma, sempre funcionou como uma analogia usada pelos artistas para refletir o que acontece na vida real.

“Metropolis”, lançado em 1927 e uma das grandes obras do cineasta Fritz Lang, pode ser visto como uma metáfora sobre o fascismo e outros males modernos.

Avançando para o futuro dos anos 80 temos o épico Blade Runner, baseado em uma obra literária do Philip K. Dick (olha ele aí de novo). Nesse clássico, dirigido por Ridley Scott, mais uma vez nos perguntamos “e se uma máquina inteligente puder também sentir emoções?”

E como na década de 80 a Guerra Fria assombrava o planeta, em o “Exterminador do Futuro” o diretor James Cameron mostrou como uma Inteligência Artificial chamada Skynet decidiu dar um ponto final no conflito (e também nos culpados pelo conflito).

Não dá para esquecer também do Matrix, que em 1999 mostrou que uma Inteligência Artificial podia literalmente criar uma realidade ilusória. Além também da fábula moderna chamada “Inteligência Artificial” dirigida pelo Spielberg em 2001.

Histórias em quadrinhos

Nas páginas das histórias em quadrinhos o tema da Inteligência Artificial é frequente, sendo uma desculpa perfeita para os roteiristas criarem as mais variadas histórias. É óbvio que muitas delas ultrapassam as raias do absurdo, mas em se tratando de ficção, está valendo.

No território do Universo DC, por exemplo, o vilão Brainiac é uma Inteligência Artificial que várias vezes já levou a nocaute o Superman e a Liga da Justiça.

Falando em DC, imagine se o seu smartphone tivesse propriedades tão foram do comum que já entram no terreno da magia. Pois então, esse é o princípio das Caixas Maternas, dispositivos dotados de uma IA que possibilita até mesmo viagens no tempo.

Enquanto isso, a concorrente Marvel também não fica para trás quando se trata de extrapolar a realidade na hora de inventar histórias envolvendo Inteligência Artificial. Um exemplo disso é a Inteligência Suprema Kree.

Ela é uma IA construída a partir da reunião da mente dos mais brilhantes filósofos, cientistas e políticos do planeta Kree. Em suma, ela é um poderoso oráculo, um Google dos alienígenas.

Ainda assim, no universo da Marvel também não dá para esquecer do Visão, que nessas alturas já é difícil dizer se ele é uma máquina que se sente um humano ou um humano que se sente como uma máquina.

Inteligência Artificial 2
Inteligência Artificial

Inteligência Artificial – Da ficção científica para a vida real

A Inteligência Artificial nas histórias de ficção são um exercício de criatividade dos escritores. Às vezes são maléficas, outras vezes são confiáveis, mas na maioria das vezes beiram ao surrealismo.

Na vida real as IAs existem e, sem nenhum tipo de magia ou tecnologia absurda, já fazem parte do nosso dia a dia e nem sempre notamos. Inclusive, para muitos empreendimentos elas são tão importantes quanto ter um site e uma hospedagem de sites.

Alguns exemplos da sua aplicação podem ser vistos em projetos web e até mesmo em outras áreas humanas. Vamos ver?

Lojas online

É óbvio que ter à disposição uma boa plataforma como o Magento ajuda bastante um e-commerce, mas uma IA pode ser muito bem-vinda na questão da logística. Por meio dela é possível traçar melhores rotas, prever a quantidade de veículos e outros benefícios.

Agricultura

Uma das práticas mais antigas da raça humana pode se beneficiar com algumas tecnologias baseadas em Inteligência Artificial. Tais sistemas possibilitam que o agricultor identifique problemas no solo, assim como obter dados estatísticos relacionados com a colheita.

Sistemas de busca na web

O que eu encontro no Google nem sempre é o que você também encontra. Isso é culpa da Inteligência Artificial que analisa vários dados recolhidos conforme as páginas que cada usuário visita.

Na realidade, vários algoritmos são analisados conforme o seu perfil. Tudo isso para mostrar que você necessita de um curso de eletrônica, ou de um carro novo, enfim…

A Inteligência Artificial já não é mais exclusiva da ficção científica

Ela está cada vez mais atuante em nosso meio. Graças a ela iremos criar androides revoltados? Por enquanto é de se duvidar. A IA vai substituir funcionários nas empresas? Por enquanto ela está criando novas profissões e outras áreas de conhecimento.

Quem gerencia um negócio online, por exemplo, além de contar com uma hospedagem de sites, poderá obter várias vantagens com outras tecnologias baseadas em IA. Portanto, nem do bem e nem do mal, a Inteligência Artificial é real.

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